27 de fevereiro de 2026
Gestora mantém carteira defensiva após ataque dos EUA e Israel ao Irã
Fonte: Broadcast
A gestora disse que sua alocação de carteiras permanece conservadora mesmo após o ataque dos Estados Unidos e Israel ao Irã, porque a postura defensiva já vinha sendo adotada desde 2025 em função do “tarifaço” e da volatilidade global. A recomendação para clientes sem exposição a ouro é de 2% a 3%, enquanto a prioridade segue sendo renda fixa e setores defensivos, como energia elétrica, telecomunicações, saneamento e bancos; há também posições seletivas em construção e educação que podem se beneficiar de eventuais cortes de juros.
A Blackbird Investimentos administra cerca de R$ 3 bilhões em custódia e mantém meta de R$ 10 bilhões até 2030; o grupo movimenta aproximadamente R$ 20 milhões por mês em câmbio e concedeu perto de R$ 300 milhões em crédito nos últimos 12 meses. Para a equipe, a valorização da Bolsa dependerá do fluxo de capital estrangeiro e de reduções de juros no Brasil e exterior, enquanto o calendário eleitoral deve aumentar a volatilidade a partir de abril, reforçando a prudência nas alocações.
Últimos Insights
22 de junho de 2026
Juros futuros avançam e mercado começa a prever nova alta da Selic no curto prazo
Juros futuros sobem em todos os prazos; mercado passa a estimar nova alta da Selic no curto prazo enquanto dó...
22 de maio de 2026
Small caps negociam com maior desconto frente ao Ibovespa em 17 anos
Small caps operam com o maior desconto em 17 anos; cenário de queda de juros e fluxo estrangeiro pode abrir o...